O inverno do vampiro
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Início dos anos 60, Porto Alegre. Durante um inverno dos mais rigorosos, um homem, recém-chegado à cidade, é atacado por criaturas que se nutrem de sangue humano. Junto com
seu excêntrico senhorio e um médico, enfrentam esta ameaça pelas ruas de uma cidade que recebe as primeiras imagens de televisão, em que bondes circulam até a meia-noite e os cinemas dominam o imaginário dos seus habitantes. Os códigos para enfrentar estes seres encontram-se em um diário que narra acontecimentos passados em 1941, durante a grande enchente, e a maldição que se estendeu sobre um sacerdote. A batalha final se dará nas ruas e no silêncio de um prédio que esconde uma terrível ameaça.
O Inverno do Vampiro, vencedor do Prêmio de Narrativa Longa de Horror da Odisseia de Literatura Fantástica de 2020, percorre épocas e situações em uma narrativa recheada de
medo e suspense.
| Quantidade | Preço | Desconto |
|---|---|---|
| 0-2 | R$39,90 | 0% |
| 3-5 | R$37,91 | 5% |
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FORMATO
16×23 cm
144 páginas
Papel: polen 80g
Capa: Supremo cartão 250g Prolan fosco
| Peso | 300 g |
|---|---|
| Dimensões | 1 × 16 × 23 cm |
Julio Ricardo da Rosa
Júlio Ricardo da Rosa nasceu e vive em Porto Alegre. Nos anos 1980, escreveu sobre cinema para os jornais Zero Hora, Jornal do Comércio e Correio do Povo. Durante doze anos foi curador da Seleção de Filmes Bourbon.
É blogueiro em viagensimoveis.wordpress.com e viajante eventual. Seus últimos quatro livros são O Viajante Imóvel, O Segredo de Yankclev Schmid, O Covil do Diabo e a Cicatriz Invisível.
Booktrailer
E-book
2 avaliações para O inverno do vampiro
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lukasmalketernal –
Um ótimo livro de Vampiro como realmente deve ser, a moda antiga, bem no estilo Nosferatu, bem no clima do início das mudanças de rádio para televisão, bem no clima de Inverno, os vampiros foram sensacionais, com direito a batalhas intensas e belíssimas “mortes”. Gostei do protagonista em primeira pessoa e o final foi muito bom, até gostaria de saber como foram as viagens do Ludwig, mas foi um bom enredo com um ótimo final.
O que mais me fascinou e esse livro merece é um playlist em conjunto dele, pois os momentos que o vampiro aparecia com música de fundo, era como se estivesse vendo aqueles filmes preto e branco, por isso ainda digo que se você começar a ler, só vai parar quando terminar assim como eu acabei de fazer!
Super recomendo!!!
Cyntia –
A noite cai sobre um inverno impiedoso. Algo de inquietante se esconde por entre as vias de uma Porto Alegre sessentista.
Seria o frio intenso um mensageiro dos maus presságios?
Recém-chegado à capital gaúcha, nosso protagonista sem nome procede com as resoluções necessárias a seu novo posto de trabalho, em um banco. Entre desembarque e acomodação, não demora até que o homem seja abordado por figuras sombrias, que por um fio não lhe tomam a vida. Dali em diante, tem início a busca por sentido e caça à existência de criaturas abomináveis, responsáveis por promover o horror naquela região.
O inverno do vampiro propõe uma releitura do clássico mito sobre as criaturas da noite. Despidos de qualquer pressuposto requinte – ainda que dotados daquele magnetismo usualmente associado, os vampiros aqui concebidos comportam-se de forma puramente instintiva, ao passo que o autor suscita: seria o vampirismo maldição ou mutação?
A narrativa sugere indícios capazes de amparar ambas as teses. Vale, portanto, atenção aos detalhes.
Esta é uma história curta, narrada sob perspectivas distintas (primeira e terceira pessoas) e consideravelmente fundamentada sobre o sensorial – o frio justifica! Para além de fragmento integrante da ambientação, o inverno rigoroso ganha ares de personagem – quem sabe até promova condição ideal à gênese de um vampiro, ainda que isso não se ateste com precisão. Tal qual alguns outros aspectos sobre a composição das criaturas, ao fim da jornada, este ponto permanece no âmbito da suposição.
A certa altura, apresenta-se ainda um passado longínquo, a partir do qual é possível colher supostos primeiros resquícios da presença abominável no entorno. Em posse destas escassas informações, cabe a alguns poucos procurar e exterminar as criaturas, em prol da própria sobrevivência.
O resto, literalmente, é história.