Felipe Cagno é um cineasta e roteirista de quadrinhos brasileiro. Formado em Cinema pela FAAP e com Mestrado nos Estados Unidos, Cagno dirigiu em 2012 o longa-metragem Bala Sem Nome, que contou com os atores Paolla Oliveira, Sérgio Marone e Leopoldo Pacheco. O filme de suspense, cujas filmagens foram financiadas via crowdfunding, ainda não foi finalizado por falta de recursos para a pós-produção. Na área dos quadrinhos, Cagno roteirizou obras como Lost Kids, 321 Fast Comics e Os poucos & amaldiçoados, todas lançadas de forma independente após campanhas de financiamento coletivo nos sites Catarse (brasileiro) e Kickstarter (norte-americano),[1] com os álbuns sendo lançados no Brasil e nos Estados Unidos com a participação de desenhistas de diversos países. Cagno também lançou as graphic novels Bom Demais (desenhada por Bruno Oliveira e financiada via ProAc) e Escolhas (desenhada por Gustavo Borges, financiada por crowdfunding e publicada pela editora Geektopia). Em 2015, Cagno ganhou o Prêmio Angelo Agostini na categoria "melhor roteirista".

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Adagio

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Em 2067 um aplicativo/rede social chamado ADAGIO permite que os usuários postem seus sonhos online – ao vivo ou gravados.

É o fim do entretenimento produzido como conhecemos hoje. Não existem mais filmes, séries de TV ou vídeos online, agora as pessoas assistem apenas os sonhos umas das outras…

Quando a jovem Kaya Muniz experimenta uma droga sintética e faz uma live do seu primeiro pesadelo lúcido, ela cria um novo gênero dentro do aplicativo – o terror.

A tão desejada fama vem em uma enxurrada de curtidas e compartilhamentos, mas quando se escolhe ter pesadelos toda noite, qual é o impacto emocional e mental? Qual é o preço a se pagar?